A melancólica canção do fado captura a saudade — um anseio agridoce, quase intraduzível e muito português.
Azulejos azuis e brancos decoram igrejas, estações e casas, enquanto festas e peregrinações católicas (como a de Fátima) marcam o calendário.
A vida é tranquila e acolhedora, centrada na família, em longos almoços com peixe fresco e numa profunda ligação com o Atlântico.